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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Outra tarte de maçã



Uma tarte fresca e saborosa, que não utiliza farinha nem açúcar. Mais uma receita do curso de culinária macrobiótica do IMP, ainda que com pequenas adaptações.
As dosagens indicadas permitem fazer uma tarte média, diria adequada para 6 pessoas. 
As opiniões de quem provou esta tarte feita por mim são, até agora, favoráveis.

Antes de começar proponho que se reúnam os ingredientes necessários: 

Base da tarte:
- sêmola de trigo, 200gr;
- sumo de maçã, 1/2 litro;
- 1 pau de canela;
- geleia de arroz, cerca de 1/2 frasco de 500gr.

Cobertura:
- sumo de maçã, 1 a 2 dl;
- agar agar, 1 colher de sopa;
- maçãs, 2 a 3 unidades.

Modo de fazer:

Base:
Levar ao lume o meio litro de sumo de maçã, juntamente com a geleia de arroz e o pau de canela. Depois de levantar fervura, deixar cozinhar 2 a 3 minutos. Juntar de seguida a sêmola de milho, À medida que se vai mexendo suavemente com um garfo para que a mistura fique homogénea. Deixar cozinhar durante cerca de 5 minutos. Pretende-se que fique uma massa com a consistência semelhante a da massa de bolo, ainda que a textura seja um pouco diferente.
Esta base pode ser utilizada para fazer bolos/tartes diversas.
Sugestão: pode juntar-se à mistura inicial algumas passas, sendo que, nesse caso, deverá triturar-se a massa final para que tudo fique homogéneo.
No final vai ao forno pré aquecido, em forma previamente untada, durante cerca de 20 minutos.

Cobertura:
Num tacho, ainda fora do lume, demolha-se a agar agar no sumo de maçã, durante um mínimo de 7 a 8 minutos. Leva-se depois ao lume e juntam-se as maçãs previamente descascadas e cortadas em fatias finas. Deixa-se cozinhar lentamente até que a maçã esteja bem cozinhada. 
No final pode optar-se por triturar ou não o resultado, da mesma forma que se pode adicionar mais um pouco de sumo de maçã caso se pretenda uma maior quantidade de cobertura e/ou um pouco de geleia de arroz se se pretender um resultado mais doce. De notar que a agar agar é uma gelatina de origem vegetal, sendo que esta cobertura solidifica depois de arrefecer. Desta forma, não há motivo para preocupação quanto à consistência final. 
A cobertura deve ser colocada por cima da massa já cozida e depois de arrefecida.

Duas a três horas depois, a tarte está pronta a servir. Pode ainda decorar-se com umas gotas de natas de aveia e/ou umas folhas de hortelã.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

COZINHA DE INVERNO - 5

TARTE DE MAÇÃ
Sobremesa típica de Inverno, a fazer lembrar a Vovó Donalda.

Ingredientes
Massa
350 gr de farinha branca T65 (no caso foi farinha de espelta, a mais branca que havia cá em casa)
300 ml de leite de soja aquecido
2 colheres de sobremesa de pasta de amêndoa

Preparação
Derretar a pasta de amêndoa no leite de soja aquecido, juntar à farinha, amassar até formar uma massa que não cole às mãos. Forrar a tarteira , picar com um garfo e levar ao forno quente cerca de 20 minutos.

Recheio
Ingredientes
10 + 7 maçãs maçãs golden
uma mão cheia de sultanas e de amêndoas laminadas

Preparação
Lavar as maçãs, descascá-las e colocá-las em água com sal.
Levar 10 das maçãs, cortadas ao meio, ao lume num tacho, sem água, com uma pitada de sal, pau de canela e casca de limão. Ao fim de cerca de 10 minutos, quando a maçã ganhar líquido, baixar o lume e cozer até a maçã ficar bem tenra.
Retirar a canela e a casca de limão, triturar com a varinha mágica, incorporar as sultanas e as amêndoas.
Cortar as demais maçãs em fatias e levar ao lume com pitada de sal até amaciarem.
Verter o puré para a caixa da massa e, por cima, colocar os gomos de maçã.
Vai ao forno cerca de 30 a 40 minutos.




Servi polvilhada com canela e diospiro.





E agora, depois de um fim de manhã dedicado à restauração, vou tentar restaurar-me com um chá dito inglês (dito inglês porque divulgado a partir da corte inglesa na qual havia sido introduzido por Catarina de Bragança, Rainha de inglaterra, Princesa de Portugal) neste dia que a nossa História dedicou a outra Restauração e a outros Restauradores (sendo o principal deles, D. João IV, pai de Catarina de Bragança).
E por falar em restauração, talvez vá procurar alguns Miguéis de Vasconcelos e, como estamos em tempos de igualdade, dar igual destino às Duquesas de Mântua que por aí abundam...